domingo, 9 de março de 2008

O mais genuino...

Como posso esconder?
Como posso calar?
Como posso negar?

Como posso?

Se...

São linhas sem fim,
são palavras sem significado,
são sonhos sem realidade,
são sentimentos sem conhecimento.

São vontades sem compreensão,
são sorrisos sem lágrimas,
são partilhas sem divisão,
são sentidos sem sentir.

São horas sem tempo,
são talentos sem percepção,
são dores sem mágoa,
são desejos sem decisão.

São medos sem razão,
são vidas sem verdade,
são caminhos sem esperança,
são ideias sem visão.

São presenças sem sinceridade,
são almas sem certeza,
são pessoas sem coerência,
são argumentos sem convicção.

Como posso...

Esquecer O mais genuino...

Uma braçada amiga

11 comentários:

Fa menor disse...

... São um mundo de paradoxos, mas uma alquimia de sentimentos!

Bjinhos

Sandra disse...

:))

O geniuno n siskece, nunca :)

xinhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus pa tu da lua

.joaO disse...

legal o blog..
e gostei da poesia
vo passar mais vezes =]

pode conhecer o meu tb se quiser =D
www.drsiri.blogspot.com

letaboboleta disse...

pARA ISSO É QUE VIVEMOS...PARA APRENDERMOS A LIDAR COM SITUAÇOES ASSIM....

*LETA*

Pinguim Alegre disse...

Querida fá -,

Talvez tenhas razão, mas nao consigo perceber...

Beijos

Pinguim Alegre disse...

Querida Sandra,

às vezes esquecemos...
às vezes...

Bjs grandes

Pinguim Alegre disse...

Carissimo João,

obrigado pela tua visita e pelo comentário, volta sempre!

Cumprimentos

Pinguim Alegre disse...

Querida letaboboleta,

E será que aprendemos a lidar com este tipo de situações?

Será?

Bjs

Fa menor disse...

Meu querido,
foi uma sensação que me assaltou na altura... de que haviam por aqui coisas contraditórias mas sentimentais...

Bjinho

Pinguim Alegre disse...

Querida fá-,

confesso que isso assusta-me...

Bjs

Fa menor disse...

Amigo,
não te assustes com tão pouco...
O que importa mesmo é o que é genuíno! Isso não deves esquecer.
O resto, que não tem significado, não significa mesmo nada!

Abraço muito amigo!

"Podemos converter alguém pelo que fazemos nunca pelo que escrevemos."

H.P.