quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pequenas conclusões #4

Escolher não é um momento fácil.
Escolher implica optar; excluir;
E tantas vezes essa opção não tem volta a dar...

É um sentido único, em que recuar é impossível e onde escolher pode ser tantas vezes, perder... Olhar para trás e desejar o início da bifurcação é criar uma desmotivação e uma desconcentração que não nos conduz a lado nenhum. Neste caso, devemos é olhar em frente, erguer a cabeça, encher o peito e aceitar aquilo que a vida tem para nos “oferecer”, seja bom ou mau.

Porque a escolha certa não existe. Existe sim, é uma vontade inabalável de percorrer o caminho da opção que tomamos.

Uma braçada amiga

6 comentários:

Anónimo disse...

Caro Pinguim,

Acho que estás errado! A escolha certa existe,e sempre! Podes é achar que ela não é a certa e não optas por ela! Ou podes estar tão "distraído" com outras opções que não a vês! Mas a escolha certa está sempre lá! Nós é que,muitas vezes, não conseguimos ver para "além de" e não damos conta dela!
Um abraço forte,
Mariana

Bxana disse...

Às vezes não tem que haver uma escolha certa ou errada...tem simplesmente de haver uma escolha. Se posteriormente damos por nós a imaginar "como teria sido se", é porque talvez não tenha sido a que mais nos preenche; se pelo contrário estamos felizes...é porque estamos no bom caminho :)

Acho eu... só uma opinião Bxana ;)

Miaus!

Intruso disse...

:)

Pinguim Alegre disse...

Querida Mariana,

discordo.
Porque a opção certa, é sempre aquela que mais feliz te fizer. E a felicidade depende de muitas coisas, mas a sua maior força está em cada um de nós. Na forma determinada como lutamos em cada momento por ela.
E esta será sempre a escolha certa, porque "ser feliz!" é o que todos nós queremos... A forma como lutamos por ela é que difere.

Um beijo grande

Pinguim Alegre disse...

Querida Bxana,

concordo quando dizes que muitas vezes tem de "haver uma escolha".
bom ou mau, só depende de cada um de nós. :)

Um beijo

Pinguim Alegre disse...

Intruso,

;)

Um abraço

"Podemos converter alguém pelo que fazemos nunca pelo que escrevemos."

H.P.